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Mostrando postagens de Maio, 2018

MÃE ENCARCERADA

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— Presa?   Como presa? Levou-se em conta, MM. Juiz, Quando foi decretada sua preventiva As condições desta mulher Prestes a dar à luz na prisão? Sim, está indefesa, Encarcerada, se perguntando: ‘O que fiz?’ O que fez? Comprou droga Porção mínima, uma colher, Para atender ordem e ameaça Do amante drogado, cruel. — Ou compra ou te espanco, te mato! É crime, Meritíssimo, é tráfico? Quem sabe... na letra fria da lei. Mas considere, agora, Senhor, A sina dessa futura mãe E decida com sentimento, com o coração, Se é Ré ou vítima: Primeiro, é mulher, numa sociedade machista; Segundo, é pobre e só pode ter a sepultura por quarto; Terceiro, é prostituta de ninguém amada (apesar de que por Jesus o foi...); Quarto, saúde não tem – cadáver em vida; Por derradeiro, está grávida com iminente parto... Doutor, se mais não for, Trará à luz rebento com sorte duvidosa, Mas que poderá   – com sua ajuda – Ser uma esperança a mai
OBRA (inevitavelmente) GRANDIOSA Há uma obra grandiosa,   Inominável,     Que o mundo todo,       Em sua milenar existência,        Jamais executou:          A fundação e fixação            Do terceiro milênio,              Gerando uma nova civilização.                Portentosa, admirável,                  Que antes sequer se pensou:                   O mundo efetivo de Regeneração.                     Para tal, será preciso                   Uma total renovação,                 Uma reforma, expurgando o lodo,               Uma revivescência              Integral,            Um florescer, um renascer,          Mas não material:        Um burilar, uma lapidação,      Com cinzel da moral,    Do Espírito, da essência, Do Ser imortal! F. A. Gabilan . Verão de 2005. (sob inspiração,em homenagem ao irmão Dirceu Lüttke )

PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS REENCARNACAO

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A GENESE - 160 ANOS EM PLENA ATUALIDADE

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