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Um depoimento: Momentos Mediúnicos

UM DEPOIMENTO: MOMENTOS MEDIÚNICOS (*)   Francisco Aranda Gabilan            Quando afirmamos em aulas que a mediunidade pode (e deve) ser treinada e que, assim, se deve “dar oportunidade” para que ela se manifeste em suas múltiplas formas, muitos alunos contrapõem a dúvida : será que podemos mesmo obter uma manifestação? E vão mais longe : para confirmar, gostariam que fosse uma manifestação inequívoca, ou seja, por uma forma que não deixasse nenhuma dúvida quanto à origem e autenticidade...            Bem, se servir de estímulo, aí vai : além da mediunidade intuitiva (aquela que me propicia escrever artigos, pesquisar, dar aulas e fazer palestras), raríssimas vezes ao largo da minha existência como filho de ventre espírita, tive manifestações de vidência e de audiência. Melhor especificando, cerca de três vezes, ainda assim em aula de exercícios de educação mediúnica, ...

Fluidos de Paz

FLUIDOS DE PAZ   É brisa reconfortante Que morna chega do mar, Com fluidos balsamizantes Que fazem revigorar.   São gotículas de amor Produzidas em verdade Pela luz, pelo calor Da Espiritualidade.   Foco de energia cálida E envolvente que traz paz, Alterando a pele pálida   E mudando o coração, Tornando o ser mais capaz De seguir na evolução.     F. A. Gabilan (primavera de 2005)
DESENCARNES COLETIVOS CATÁSTROFES, FLAGELOS DESTRUIDORES     Várias notícias e ocorrências têm movimentado a mídia e sensibilizado a opinião pública em razão de catástrofes e acidentes que têm ceifado vidas coletivamente, derivados de causas diversas:   (a) Terremotos, maremotos, ‘tsunamis’ e enchentes, erupções vulcânicas e outros flagelos destruidores naturais: incidentes na natureza e que independem da vontade do homem.   (b) Incêndios, quedas de aviões, afundamento de navios, acidentes de trens, veículos coletivos etc.: que dependem ou há intervenção humana .   Quanto aos primeiros, sempre existiram; antes do maior resfriamento da crosta terrestre, foram muito maiores; apenas, hoje, que as notícias chegam mais depressa em razão da globalização. Mas, tenderão a diminuir com o passar dos tempos, por duas razões: primeiro, o maior resfriamento da crosta; segundo, porque a matéria acompanhar o desenvolvimento dos Espíritos, tra...

Albert Einstein fala de Deus

A opinião comum de que sou ateu repousa sobre grave erro. Quem a pretende deduzir de minhas teorias cientificas não as entendeu. Creio em um Deus pessoal e posso dizer que, nunca, em minha vida, cedi a uma ideologia atéia. Não há oposição entre a ciência e a religião. Apenas há cientistas atrasados, que professam idéias que datam de 1880. Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo mecanicista e a casualista como irremediavelmente antiquadas. No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis, formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa indeterminação, no plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma causa, que produz o equilíbrio e a harmonia dessas reações dessemelhantes e contraditórias da matéria. Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam como o Deus mecânico , que intervém no mundo para modifi...

União das religiões: será possível hoje?

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Tentando analisar e fundamentar o tema relativo à necessidade de uma união da multiplicidade de religiões existentes neste planeta cheio de dissenções raciais, ideológicas, políticas, sociais e especialmente -- - por que seria diferente -- - de credos, deparamo-nos com os conselhos de Santo Agostinho (Espírito), reproduzido nas Conclusões lavradas por Kardec no fecho do Livro dos Espíritos(1), a propósito do laço futuro de união dos homens, seguinte: “Durante muito tempo, os homens se têm estraçalhado e anatematizado mutuamente em nome de um Deus de paz e de misericórdia, ofendendo-o com semelhante sacrilégio. O Espiritismo é o laço que os unirá um dia, porque lhes mostrará onde está a verdade e onde está o erro. Mas, por muito tempo ainda, escribas e fariseus o negarão, como negaram o Cristo. Quereis saber sob a influência de que Espíritos estão as diversas seitas que entre si dividiram o mundo? Julgai-o pelas suas obras e pelos seus princípios. Nunca os bons Espíritos i...

SERMÃO DO MONTE, uma ligeira pincelada

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Etimologicamente, sermão significa “discurso” (prédica, pregação), mais apropriadamente de cunho moral (ético) e religioso (prática), em que se proclamam verdades com o fim de moralizar ou tornar virtuosos os profitentes. No Evangelho de Mateus, no longo capítulo nº 5, desde o versículo 1 até o 48, encontramos o Sermão do Monte. Mais do que longo, é profundo e magnífico em ensinamentos e abordagem dos mais diversos temas que interessam ao ser humano. Dentre os estudiosos e os analistas dele, e mesmo pelas mais diversas religiões, é conhecido por várias denominações: SERMÃO DO MONTE, SERMÃO DA MONTANHA (em razão do local em que foi proferido) SERMÃO DAS BEM-AVENTURANÇAS e até SERMÃO DOS GOZOS FUTUROS (em razão do seu conteúdo). Ele foi proferido por Jesus, assim iniciado pelas anotações do apóstolo Mateus: “Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e ele passou a ensiná-los, dizendo: Bem-Aventurados...” Pelo...