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Mostrando postagens de Novembro, 2017

União das religiões: será possível hoje?

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Tentando analisar e fundamentar o tema relativo à necessidade de uma união da multiplicidade de religiões existentes neste planeta cheio de dissenções raciais, ideológicas, políticas, sociais e especialmente -- - por que seria diferente -- - de credos, deparamo-nos com os conselhos de Santo Agostinho (Espírito), reproduzido nas Conclusões lavradas por Kardec no fecho do Livro dos Espíritos(1), a propósito do laço futuro de união dos homens, seguinte: “Durante muito tempo, os homens se têm estraçalhado e anatematizado mutuamente em nome de um Deus de paz e de misericórdia, ofendendo-o com semelhante sacrilégio. O Espiritismo é o laço que os unirá um dia, porque lhes mostrará onde está a verdade e onde está o erro. Mas, por muito tempo ainda, escribas e fariseus o negarão, como negaram o Cristo. Quereis saber sob a influência de que Espíritos estão as diversas seitas que entre si dividiram o mundo? Julgai-o pelas suas obras e pelos seus princípios. Nunca os bons Espíritos i

SERMÃO DO MONTE, uma ligeira pincelada

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Etimologicamente, sermão significa “discurso” (prédica, pregação), mais apropriadamente de cunho moral (ético) e religioso (prática), em que se proclamam verdades com o fim de moralizar ou tornar virtuosos os profitentes. No Evangelho de Mateus, no longo capítulo nº 5, desde o versículo 1 até o 48, encontramos o Sermão do Monte. Mais do que longo, é profundo e magnífico em ensinamentos e abordagem dos mais diversos temas que interessam ao ser humano. Dentre os estudiosos e os analistas dele, e mesmo pelas mais diversas religiões, é conhecido por várias denominações: SERMÃO DO MONTE, SERMÃO DA MONTANHA (em razão do local em que foi proferido) SERMÃO DAS BEM-AVENTURANÇAS e até SERMÃO DOS GOZOS FUTUROS (em razão do seu conteúdo). Ele foi proferido por Jesus, assim iniciado pelas anotações do apóstolo Mateus: “Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e ele passou a ensiná-los, dizendo: Bem-Aventurados...” Pelo